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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

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COMANDANTE DE POLICIAMENTO DE BH DEFENDE AÇÃO CONJUNTA DE TODAS AS ENTIDADES

O coronel Winston Coelho Costa diz esperar maior participação da administração e da sociedade para reduzir ainda mais a criminalidade
O coronel Winston Coelho Costa diz esperar maior participação
da administração e da sociedade para reduzir ainda
mais a criminalidade
À frente do comando do policiamento de Belo Horizonte há nove meses, o coronel Winston Coelho Costa tem um grande desafio pela frente: combater os crimes violentos contra o patrimônio, em especial as ocorrências de roubo. Os dados mais recentes divulgados pelo governo mostram que esse tipo de crime aumentou 19% nos sete primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e julho, foram registrados na capital 27.840 crimes contra o patrimônio, contra 23.401 em 2015.

Para conseguir a redução, que segundo o comandante já tem sido alcançada gradualmente, o chefe do policiamento em BH espera mais participação da administração e da sociedade organizada. O ponto de vista defendido por ele é que a segurança pública deve ser preocupação de todos e não apenas da Polícia Militar.

O coronel ainda critica a falta de uma prioridade comum entre os próprios órgãos de segurança, que dificulta o alcance de melhores resultados. Confira a entrevista completa.

Quais as particularidades da capital no que diz respeito aos desafios e dificuldades encontradas?

A maior dificuldade que a gente vê é que todos falam de segurança, mas nem todos têm uma vertente de atendimento às demandas da segurança. Um exemplo que a gente tem é a iluminação pública, que interfere sim no ambiente, na possibilidade do acontecimento do crime. A não ação social por parte do município, a contento, é um outro exemplo que gera o morador de rua e as pessoas com problemas psiquiátricos.
Eu não posso ficar achando que é normal eu ter aqui na Praça Rio Branco cinco pessoas com uma bolsa com cinco, seis celulares e tudo mais e elas permanecerem ali a tarde toda. Não, essas pessoas têm que ser incomodadas e abordadas

Quando diz a não ação social quer dizer falta de política pública neste sentido?

Falta de políticas públicas neste sentido que sejam consistentes. A política até existe, mas ela não atende a demanda que a gente possui. Então isso tudo provoca uma desorganização, e ela permite a proliferação do crime. 

E o contingente hoje permite uma ação efetiva, levando em conta esses problemas?

Permite. O meu efetivo é o suficiente? Não, ele não é o suficiente. Mas o quanto seria suficiente? Segurança pública é caro, a manutenção da segurança pública é cara. Mas eu não tenho tido por parte do ente que me paga, do Estado, uma postura de quem não vai atender às minhas demandas. 
 
Qual o efetivo?

Hoje nós estamos com 4.700 policiais em Belo Horizonte, com uma população de cerca de 2,5 milhões.

Qual seria o ideal?

Todas as referências que a gente tem é de país de primeiro mundo, uma relação população com policial, e com crime baixo. Se esses 4.700 estivessem em outro país, eu teria excedente numa cidade de 2,5 milhões de pessoas. Mas aqui em Belo Horizonte, em face da quantidade de crime, do próprio estado brasileiro, da legislação que se apresenta... Hoje eu estou atingindo um patamar de reincidência de 30%, é muito alto.
Para resolver a questão da reincidência, é só através da mudança da lei, não tem outro caminho, já que nossos presídios não recuperam

Isso é de algum crime específico? Furto e roubo?

Furto e roubo, crimes contra o patrimônio no geral, o percentual é de 30% de reincidência. Aí vem um outro fator, de motivação do meu policial. Se a pessoa estiver praticando crime, prende de novo porque a sociedade espera isso do policial. Se ele desanimar, aí a sociedade estará realmente a ver navios.

Hoje o principal problema de Belo Horizonte é o crime contra o patrimônio?

É o crime contra o patrimônio. O crime contra a pessoa, lógico que a gente está lidando com vidas e cada uma que se perde é sim um problema de estado que deve ser estudado, mas o crime contra o patrimônio é o que mais incomoda a sociedade belo-horizontina hoje.

Para esse trabalho ainda falta integração até entre os órgãos da segurança?

Eu acho que falta mais o estabelecimento de prioridades. A boa relação existe, mas muitas vezes você vai buscar e a prioridade não é essa, a prioridade é outra. Falta ter uma prioridade comum para se atingir um sucesso grande.

E como está hoje a relação com a Polícia Civil?

A gente tem, com a atual chefia, essa promessa de atuar mais integrado. Te confesso que teve um tempo que isso distanciou um pouquinho, tanto que eu estava com um tempo alto de espera nas delegacias. Não sei se esse modelo é o ideal, mas também não vou entrar nessa questão. Todos os serviços do mundo estão sendo descentralizados e a Polícia Civil resolveu centralizar o serviço dela de atendimento em determinados locais, sob a promessa que teria investimentos, que teria várias equipes e tudo mais, e isso acabou não acontecendo. Mas essa é uma promessa do atual chefe do departamento, prioritária, de resolver essa questão das Ceflans (Centrais de Flagrante), ele assumiu tem poucos dias, mas é uma pessoa que, por onde passou, teve boas relações com todos os comandantes da Polícia Militar. Acredito que aqui não vai ser diferente.
60% das ocorrências feitas pela PM hoje são de menor potencial ofensivo. Então nos daria uma autonomia e nos traria um conforto poder fazer o TCO e ainda permitiria que a Polícia Civil envidasse esforços realmente nas investigações dos crimes de maior potencial ofensivo

Como funcionaria isso? Todas as delegacias receberiam todas as ocorrências?

Eu não gostaria de entrar nessa seara porque cabe à Polícia Civil cuidar disso e aí a gente pode trazer um certo desconforto em cima da estratégia institucional.

Voltando então na questão da descentralização, como o senhor avalia a possibilidade de a PM fazer o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)?

Isso se discute atualmente, nós já temos estados, como Santa Catarina, que fazem o Termo Circunstanciado de Ocorrência e têm acesso à agenda do Ministério Público ou dos Juizados Especiais. O nosso registro já é praticamente um TCO, ele já está digitalizado, possui diversos campos que identificam muito bem as pessoas, que tem condições de trazer dados qualificados para aquele que vai recepcionar.

Depende do que?

De uma tratativa entre as instituições e o Tribunal de Justiça entender que isso pode ser feito aqui em Minas Gerais.

Quando se fala em segurança pública, muito se discute o tratamento à questão das drogas. Especialistas e alguns políticos defendem a descriminalização do uso de algumas drogas. Qual o posicionamento do senhor sobre esse assunto?

Eu sou completamente contra a descriminalização das drogas porque considero que o nosso país não tem estrutura para suportar isso. Se hoje, com a droga sendo criminalizada, a gente já vê ostensivamente em alguns pontos o consumo, o tráfico, a partir do momento que eu liberar, eu acho que o país não vai ficar numa situação boa. 
É preciso obter um entendimento agregado, de forma que a segurança tenha uma certa prioridade no atendimento das demandas

A questão do parcelamento dos salários chegou a afetar em algum momento a tropa?

Gera sim um desconforto, mas até agora tem o efetivo entendido que realmente é em face da situação financeira do Estado. A gente torce para isso se resolver o quanto antes, todos nós pagamos as nossas contas, então retornar o nosso pagamento para o quinto dia útil se torna importante hoje para que a gente mantenha a motivação. Mas isso tem sido tratado em nível de comando com o governo do Estado e eu acredito que, em breve, nós teremos notícias melhores.
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POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO A TIROS DENTRO DE CARRO EM CONTAGEM

soldado morto contagemDaniel Assis Rocha, lotado na 8ª Companhia do 34º Batalhão, foi atingido por diversos disparos

Um soldado da Polícia Militar (PM) foi executado na tarde desse domingo (25), em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Daniel Assis Rocha era lotado na 8ª Companhia do 34º Batalhão, localizada no bairro Alípio de Melo, na região Noroeste da capital mineira. 

O militar foi encontrado já sem vida no interior de um veículo Volkswagen Gol preto, na rua Marco Aurélio Rabelo, próximo à marginal da BR-381, no bairro Flamengo. A perícia da Polícia Civil foi acionada e as informações iniciais não dão conta de um número exato, mas que a vítima foi atingida por diversos disparos. 

Testemunhas relataram que o militar foi abordado por um homem que é conhecido como "Betinho", por volta das 17h. Este suspeito teria roubado a arma do militar e utilizado o mesmo armamento que acabara de subtrair para executá-lo.

Segundo informações extraoficiais, o soldado Daniel estaria em um bar quando suspeitos perceberam que ele estava com a arma e resolveram roubá-la.

Buscas são realizadas na região por policiais do 18º e 39º batalhões da PM, porém, até o momento ninguém foi preso pela corporação. 

FONTE: O TEMPO

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

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PCMG PRENDE OITO SUSPEITOS DE MATAREM INVESTIGADOR EM PIRAPORA



A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em uma ação rápida, prendeu, na manhã desta sexta-feira (23), oito suspeitos de envolvimento na morte do Investigador de Polícia Cleomar Ataíde Vieira, de 47 anos, nessa madrugada, na delegacia de Polícia Civil em Pirapora.

Durante a madrugada desta sexta-feira (23), um dos suspeitos, conhecido de Cleomar, foi até a delegacia de Polícia Civil em Pirapora e estava conversando com ele, quando, em determinado momento, outros dois suspeitos encapuzados pularam o muro lateral da delegacia, com o objetivo de roubar armas e drogas armazenadas no local.

Nesse momento, o Investigador, que estava armado, ao ser surpreendido pelos suspeitos, reagiu para proteger o patrimônio da delegacia, entrando em luta corporal, quando foi atingindo por disparo de arma de fogo. Diante da atitude do policial civil, os suspeitos desistiram de efetivar a subtração dos bens e fugiram do local.

Ao ser comunicado do fato, o delegado de plantão, juntamente à perícia criminal, estiveram no local e conseguiram identificar a pessoa que estava com o policial civil. Durante o depoimento, o suspeito confessou que teria instruído os outros suspeitos e indiciou o seu sítio, localizado na cidade de Ibiaí, município limítrofe a Pirapora, onde o restante do grupo estaria escondido.

Diante da informação, cerca de 100 policiais civis de Pirapora, Curvelo, Montes Claros e Belo Horizonte, juntamente ao apoio aéreo do helicóptero da PCMG, conseguiram localizar o sítio que fica em uma região de difícil acesso, em uma mata fechada. No local, foram localizados cinco suspeitos e o carro Fiat/Palio prata utilizado durante o latrocínio. Durante a abordagem, os policiais civis receberam a informação de que outros suspeitos estariam em um carro Volkswagen/Golf azul. o veículo foi localizado próximo ao sítio, e o casal ocupante também foi preso pela participação no crime.

Os oitos suspeitos foram encaminhados para a Delegacia Regional de Polícia Civil em Pirapora, onde serão autuados em flagrante. O delegado regional de Montes Claros, Jurandir Rodrigues César Filho, destacou a importância da ação do investigador. "O policial agiu de forma heroica durante uma situação adversa para honrar o seu dever funcional e impediu que os suspeitos concluíssem o ato de levar os bens da delegacia", comentou. 

FONTE: PCMG
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CANDIDATO A VEREADOR EM SARZEDO, IRMÃO PRATTI, RECEBE APOIO DO DEPUTADO CABO JULIO

Deputado CABO JÚLIO grava vídeo em apoio ao irmão de farda, Sgt Pratti, como candidato a vereador em Sarzedo e, em carta à comunidade, fala da sua luta de 20 anos contra a dependência química, em referência à comunidade terapêutica que fundou na região. Se eleito, a parceria entre os dois parlamentares possibilitará mais recursos para a segurança pública de Sarzedo.






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SEPLAG E DEPUTADO CABO JÚLIO CHEGAM A ACORDO SOBRE CONCURSO DE AGENTES PENITENCIÁRIOS E SOCIOEDUCATIVOS DE 2013

Seplag e deputado Cabo Júlio chegam a acordo sobre concurso de agentes penitenciários e socioeducativos de 2013

Em reunião realizada ontem (22/09) na Cidade Administrativa, a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) se reuniu com o vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Cabo Júlio. O objetivo foi discutir a nomeação dos servidores aprovados no concurso público promovido pela Seplag e pela Secretaria de Defesa Social (Seds) em 2013 para os cargos de agente de segurança penitenciário (ASP) e agente de segurança socioeducativo (ASE).

O resultado da reunião, da qual participaram também uma comissão representando os aprovados no concurso, foi um acordo no qual a Seplag se comprometeu a adotar as seguintes medidas:

• Homologação parcial do concurso na terceira semana de outubro de 3.790 aprovados, sendo 3.351 de ASP e 439 de ASE;

• Iniciar a nomeação dos aprovados na primeira semana de novembro;

• Dar posse imediata aos aprovados após realização da perícia, considerando a capacidade inicial da Superintendência Central de Perícia Médica e Saúde Ocupacional, de 600 servidores por mês;

• Pagamento de bolsas. Há ainda cerca de 1.440 candidatos que não receberam a bolsa, muitos por problemas de inserção de dados como PIS, Carteira de Identidade e documentos bancários. Todo o restante será pago em até 14 dias;

De acordo com a subsecretária de Gestão de Pessoas da Seplag, Warlene Salum Drummond, que participou da reunião, o acordo representa o compromisso do Governo do Estado em manter um diálogo contínuo e transparente com os trabalhadores.

FONTE: SEPLAG
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SEAP VOLTA ATRÁS EM NOMEAÇÃO DE ADVOGADO PARA A DAL E DEVOLVE O CARGO A AGENTE DE CARREIRA

IOF / MG - 23 DE SETEMBRO DE 2016

Publicação IOF

Depois da péssima repercussão dentro do Sistema Prisional, a Secretaria de Administração Prisional (Seap) voltou atrás em relação à nomeação de um advogado externo ao Sistema na Diretoria de Apoio Logístico (Dal). Segundo informações, o advogado era sobrinho de um delegado e assumiria uma função que nunca passou perto.

O fato gerou descontentamento generalizado na classe: tirar um agente e colocar um advogado.

Vamos continuar lutando contra a coronelização e delegadização do sistema.

Lugar de coronel é na PM, lugar de delegado é em delegacia. O sistema é lugar de agente. A Seap foi criada para valorizar os agentes e não para criar cabide de empregos de gente, de fora do sistema.

Queremos que os cargos de agentes sejam ocupados por agentes. O secretário escolha quem ele quiser, mas do sistema.

Será que entre os quase 20 mil agentes não há ninguém competente ao ponto de ter que buscar fora?

QUEREMOS O SISTEMA DE VOLTA PARA OS AGENTES.

Daqui a pouco vão nomear delegados e coronéis para assumir cadeias e os agentes só trabalharão em serviços de portaria.

No Sistema tem muita gente competente.


Deputado Cabo Julio
Vice Lider do Governo


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EM REPRESÁLIA, INVESTIGADOR É MORTO DENTRO DE DELEGACIA EM PIRAPORA

Resultado de imagem para investigador LUTO PCSuspeita é de que os criminosos tenham se vingado do policial civil, que consegui impedir o resgate de um preso há cerca de 20 dias

Um investigador da Polícia Civil foi assassinado durante o seu expediente de plantão na delegacia de Pirapora, na região Norte de Minas, no fim da noite dessa quinta-feira (22). A suspeita é de que os criminosos tenham se vingado do policial, que consegui impedir o resgate de um preso há cerca de 20 dias.

Informações preliminares dão conta de que três suspeitos pararam um Palio prata nas proximidades da delegacia e seguiram a pé. Depois de pular o muro da unidade, eles encontraram a porta entreaberta e dispararam contra Cleomar Ataíde Vieira.

Até o momento, ninguém foi preso.

Relembre o caso

Um investigador da Polícia Civil de Pirapora foi surpreendido por homens armados, que tentavam invadir uma delegacia, neste domingo (4). A intenção do grupo, segundo a vítima, era recuperar um detido em flagrante por tráfico de drogas.

Contudo, a ação não foi bem sucedida, já que o preso não estava mais no local: ele já tinha sido encaminhado para o presídio da cidade. "Estamos fazendo uma operação para localizá-los", afirmou o policial, que foi agredido pelos suspeitos.

A Polícia Militar foi chamada para auxiliar nas buscas, mas até o momento, ninguém foi preso.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, o trio suspeito, na verdade, iria matar o homem de 19 preso, em data anterior, por tráfico de drogas. Outros dois adolescentes, de 16 e 17 anos, também foram detidos, mas foram ouvidos e liberados.

FONTE: O TEMPO

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

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CABO JÚLIO INTERMEDIA CONCURSO DE 2013 E GOVERNO

Reunião entre o deputado CABO JULIO, a comissão do concurso de 2013 e a Seplag, aconteceu na manhã desta quinta-feira (22/09) na Cidade Administrativa.
O Deputado CABO JÚLIO, vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), reuniu-se na manhã desta quinta-feira (22/09), com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) e uma Comissão que representa os candidatos do concurso público de 2013 para os cargos de Agentes de Segurança Penitenciários (ASP) e Agentes de Segurança Socioeducativos (ASE) para tratar de assuntos de interesse desses servidores.

O governo acatou a seguinte pauta:


1 - Homologação parcial do concurso na terceira semana de outubro de 3.790, sendo 3.351 ASP e 439 ASE.

2 - Nomeação - primeira semana de novembro

3 - Perícia - a capacidade inicial é de 600 por mês, podendo ser aumentada. Após feita a perícia, posse imediata.

4 - Posse - imediata após a perícia.

5 - Pagamento de bolsas

Há ainda cerca de 1.440 candidatos que não receberam, alguns por problemas de falta de inserção de dados como PIS, RG e bancos. Todo o restante será pago em até 14 dias.

6 - A Comissão e o Deputado Cabo Julio vão acompanhar o cumprimento deste acordo.


Deputado Cabo Julio
Vice-líder do Governo

Comissão ASP/ASE

Seplag
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SERVIÇÃO: PM APREENDE 100 KG DE MACONHA E PRENDE OITO PESSOAS ''ENTREGUES'' POR ''PAIZÃO''

Para não ser preso sozinho, traficante conhecido como "Paizão" entregou vários comparsas; armas e carros roubados foram encontrados

VENDA NOVA

Ao procurar por um foragido da Justiça que fez ameaças a um policial no aglomerado da Serra, região Centro-Sul de Belo Horizonte, a Polícia Militar conseguiu apreender cerca de 100 kg de maconha e, através de um traficante que resolveu "abrir o bico", deter oito pessoas no bairro Jardim dos Comerciários, na região de Venda Nova, nessa quarta-feira (21). O criminoso que entregou os comparsas também foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, após ameaçar o militar, o foragido recebeu abrigo do líder do tráfico do Jardim dos Comerciários conhecido pelo apelido de "Paizão", de 25 anos. Uma ação conjunta foi montada e policiais militares deslocaram até o bairro, onde se depararam com três pessoas em atitude suspeita em um Voyage, um dos ocupantes era o traficante "Paizão". Nada de ilícito foi encontrado, mas o suspeito disse à equipe que o carro era roubado e estava com a placa clonada. O trio foi detido.

O dono do Voyage original foi localizado e informou que o seu carro estava estacionado na garagem da sua casa em Igarapé, na região metropolitana da capital. Policiais continuaram com a operação e deslocaram até a rua 68, mas o foragido não foi encontrado.
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Como já sabia que seria preso, Paizão levou os militares até um casal que mora na rua Altamir Corrêa de Jesus e solicitou que o homem e a mulher entregassem o fuzil 765 que estava escondido debaixo da cama. O jovem de 25 e a namorada de 16 também foram detidos.

Disposto a entregar todo o grupo para não ser preso sozinho, o líder do tráfico contou que um menor de 17 anos estava guardando outro carro roubado. Paizão ligou para o adolescente e ele foi ao seu encontro junto com um homem de 18. Eles estavam em uma motocicleta e levaram a equipe policial até o esconderijo onde foi encontrado o Gol. O veículo estava sendo usado para realização de roubos a pedestres na região Norte de BH.

Paizão fez outra ligação para mais um homem de 18 anos pedindo que ele fosse até o seu encontro. O jovem apareceu onde a polícia estava e debaixo da sua blusa foi localizado um revólver calibre 32 com três munições.

Na terceira ligação, o traficante pediu que "Pedrinho Boy", de 32, pegasse quatro quilos de maconha. No esconderijo foi encontrado uma sacola com quatro tabletes da droga, mas o suspeito não estava lá. Um Eco Sport passou em alta velocidade próximo ao local da apreensão. O veículo era do pai de Pedrinho.

Militares foram até a casa dele e com a ajuda da cadela Jade, da Rondas Ostensivas com Cães (Rocca), iniciaram buscas por mais drogas. Com bom faro, a cachorra encontrou uma mala de viagem cheia de tabletes de maconha , totalizando aproximadamente 100 kg.

Em um cofre foi localizado um cartucho calibre 36 e R$ 1.400. Durante as buscas, um menor de 15 anos disse que era o dono do entorpecente e se ofereceu para ficar no lugar de Paizão. Ao verificar o nome do garoto, a equipe descobriu que ele tinha um mandado de apreensão em aberto. Todos os envolvidos foram encaminhados à delegacia.

FONTE: O TEMPO
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MINAS AGORA TEM BOPE PARA ATUAÇÃO EM MISSÕES ESPECIAIS

Novo batalhão da PM incorporou estrutura do Gate e tem foco em sequestro e assalto a banco

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A partir de agora, Minas Gerais tem um Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM). Conhecido em todo o país após o filme “Tropa de Elite”, do diretor José Padilha, mostrar a atuação da unidade no Rio de Janeiro, o grupo especializado ficou vinculado à truculência em operações de combate ao tráfico de drogas nos morros. O Bope mineiro já nasce diferente e será destinado especialmente para atuar em situações extremas: sequestros, assaltos a bancos, suspeitas de bomba e de terrorismo.

Segundo o chefe da sala de imprensa da PMMG, capitão Flávio Santiago, o Bope incorpora o que antes era o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), a elite da corporação do Estado e que já é preparada para ocorrências bem específicas. “O Gate é um grupamento que já trabalhava com operações especiais. Agora, há uma elevação dele para batalhão, o que pode trazer mais possibilidades de investimentos no futuro”, informou Santiago.

Neste primeiro momento, a PMMG não destinará recursos para o novo batalhão. Segundo a corporação, seus integrantes “já têm treinamento de vanguarda e equipamentos de primeira linha”.

A mudança, válida desde essa terça-feira (20), irá provocar, de imediato, a extinção dos núcleos do Gate nas cidades do interior do Estado, e os militares serão aproveitados no Bope ou nos batalhões das cidades de origem. Santiago acredita não haver prejuízo com o fim desses núcleos, pois, com a estrutura de dez aeronaves à disposição da corporação, os militares do Bope poderão, em até uma hora, atender ocorrência específica no interior.

Administração. Para o professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Una e especialista em treinamento policial Jorge Tassi, quando há um batalhão, a autonomia administrativa é maior. “Nesse caso, se assegura que o comandante tem uma patente superior. Há um aumento na escala hierárquica e uma maior possibilidade de autonomia financeira, administrativa e de punições”, explicou o especialista.

Tassi avalia a iniciativa de maneira positiva, pois se trata de um comando de choque, de elite, que passa por muitos instrumentos de controle dentro da própria corporação. Um exemplo disso é o desempenho dos militares, que é avaliado de maneira frequente para que ele permaneça na tropa. “É super válido, é uma unidade extremamente especializada para demandas especializadas”, disse.

Números

Efetivo. Alegando questão de segurança, a PMMG não divulgou o efetivo do Gate, que será o mesmo do novo batalhão. Atualmente, são 43 mil militares em serviço em todo o Estado.

Saiba mais

Cursos. Para ser aceito no Bope-MG, os policiais precisam ter um exímio desempenho durante os cursos. Os que não atingem a média ficam aguardando outras avaliações. O treinamento tem a duração de três meses e acontece durante todo o ano.

Estrutura. A unidade tem três veículos blindados (os “caveirões”), equipamentos de visão noturna, armamento pesado, entre outros. A PM não informa em quantas operações os blindados foram usados. 

Grade. No curso, eles passam por disciplinas de gerenciamento de crise, sobrevivência e atividade em meio rural, mananciais e matas, defesa pessoal, invasão tática e até pilotagem de aeronave.

Mais detalhes

Ações. Nos últimos 15 dias, de acordo com a PMMG, equipes do Gate foram responsáveis pelas apreensões de cinco armas de fogo usadas em caça clandestina e de 300 kg de explosivos pelo esquadrão antibombas. Um refém foi salvo pelo time tático nesse período. Por questão de segurança, a corporação não informa a quantidade de ocorrências do grupo. A sede do Gate, que será a do Bope, fica no bairro Santa Branca, na região da Pampulha.

Remuneração. Não há distinção salarial entre integrantes do Gate e os de outros batalhões. A entrada, no entanto, dependia de aptidão.

Origem. Conforme o capitão Flávio Santiago, não houve nenhuma demanda específica para originar o Bope MG. A ideia partiu de uma comissão interna da PM, que já discutia o assunto. A mudança é válida desde essa terça-feira (20), conforme a corporação.


COMPARAÇÕES - “Não somos o Bope do Rio de Janeiro”, diz capitão de MG

No Rio de Janeiro, o Bope surgiu com um treinamento feito pelo Exército em 1974 para lidar com assaltos a bancos. Com o passar do tempo, isso se modificou, e sua atuação passou a ser intensificada nas favelas cariocas. O episódio mais famoso da história do batalhão é o assalto ao ônibus 174, em que, depois de cinco horas de negociação, o atirador de elite acertou uma refém ao tentar atirar no assaltante. Com o episódio, e principalmente após o longa-metragem de José Padilha, ele ficou associado a práticas violentas.

No caso de Minas, o chefe da sala de imprensa da PM, Flávio Santigo, fez questão de ressaltar que o uso de força pelo Bope é sempre o último recurso utilizado, que há treinamento em negociação e em avaliação de todos os riscos de uma situação antes de uso da força. “Não somos o Bope do Rio de Janeiro e também não vamos atuar em favelas. Aqui, temos equipes para isso, com treinamento para atuar em aglomerados, como o Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam). O Bope é apenas para casos especiais, como bombas e terrorismo”, garantiu o militar.

Segundo o especialista em segurança pública Jorge Tassi, todos os policiais do Bope são especializados, direcionados a atividades de acordo com desempenho. Alguns focam volante, operações em água, tiro, negociação, bombas e primeiros socorros. O importante, segundo ele, é que cada equipe tenha profissionais com habilidades variadas.
FONTE: O TEMPO
 

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